terça-feira, janeiro 30, 2007

Parabéns!!!!


Hoje faço anos! Pensei escrever sobre alguma memória marcante, comecei a matutar, a matutar, contudo nada de bastante significativo saltava, nada que me tivesse mudado a minha maneira de encarar o mundo. Porém, deparei-me com algo engraçado. Aparece sempre as mesmas imagens enubladas dos meus anos, nada de fotográfico, mas ao fechar os olhos, viajando pelas minhas memórias dos meus anos, não sou eu nem sensações que tive que despertam á minha frente, surge algo muito mais precioso, a minha família e amigos.

Quando cheguei a esta conclusão, sorri, como constantemente ignoramos o mais importante, simplesmente por estarem sempre junto de nós, é verdade o ditado “Só damos o verdadeiro valor quando deixamos de o ter!

Sempre deduzi que a reunião fosse para festejar o nascimento de alguém, cada um de nós temos um dia que consideramos nosso.

Amigos e familiares reúnem-se para demonstrar, nesse dia, nós somos o centro das atenções e merecemos tal, porque afinal de contas, aquele dia é nosso.

Na verdade, reunimos para festejar a criação, não só a física mas a criação dos nossos actos, nas nossas atitudes, que contribuíram para o fomento dos nossos laços familiares e de amizade.

Na verdade festejamos o Amor que amamentamos entre familiares e Amizade/Amor que edificamos com os amigos.

Por isso digo, hoje na realidade não é o meu dia, é o dia de quem me ama!

Para todos vós,

Parabéns e muitas felicidades!

domingo, janeiro 28, 2007


"Sempre tive pena de mim porque não tinha sapatos, até que encontrei um homem que não tinha pés"

Anónimo

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Apos horas de pesquisa...


Após horas de pesquisa cheguei á conclusão, este é, até agora, o mês mais frio de 2007!

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Só de passagem


Um viajante, passando pela casa de um Mestre Zen, perguntou admirado:

- Onde estão os teus móveis?

A que o Mestre Zen respondeu, perguntando:

- E os teus?

- Mas eu...retrucou o viajante, estou só de passagem.

- Eu também – respondeu o MESTRE ZEN.

domingo, janeiro 21, 2007

O que espero não ouvir este ano

Todos, mais uma vez, entrámos na febre das novas resoluções.
Do tipo: -Este ano é que é!Vou fazer desporto, vou entrar em dieta, cumprir com os meus compromissos, etc.
Este ano, decidir algo mais simples e real.
O que não quero ouvir este ano, são três simples frases.

3º Lugar - "-Temos de falar..."

Quanto ouvimos estas três palavras, sabemos algo vai mal, e dificilmente se endireitará.

2º Lugar - "-És como um irmão para mim"

Ui! Ouvir tal frase é pior do que ver Sic Dez Horas, Big Show Sic e Fiel e Infiel, consecutivamente durante 10 anos.

Senhores e Senhores, a frase vencedora para este ano é:

"-DE QUEM É ESTE SOUTIEN?"




quarta-feira, janeiro 03, 2007

Há uma historia indiana...


Há uma história indiana de um homem que era um ateu e agnóstico, um raríssimo tipo de postura na Índia. Ele era uma pessoa que desejava livrar-se de todas as formas de ritos religiosos, deixando apenas a essência da directa experiência da Verdade. Ele atraiu discípulos que costumavam reunir-se em seu redor toda semana, quando ele falava a todos sobre seus princípios. Após algum tempo começaram a se juntar antes do mestre aparecer, porque gostavam de estar em grupo, cantar juntos.
Eventualmente foi construída uma casa para as reuniões, com uma sala especial para o mestre agnóstico. Após sua morte, tornou-se uma prática entre seus seguidores fazer uma reverência respeitosa para a agora sala vazia, antes de se entrar no salão. Numa mesa especial a imagem do mestre era mostrada numa moldura de ouro, as pessoas deixavam flores e incenso lá, em respeito ao mestre.
Em poucos anos uma religião tinha crescido em torno daquele homem, que em vida não praticava nada disso, e que, ao contrário, sempre disse aos seus seguidores que ficar preso a estas práticas levava frequentemente a pessoa a se iludir no caminho da Verdade.

"Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento. Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras. Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência. Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes. Não creiais nas tradições simplesmente porque elas têm sido mantidas de geração para geração. Não creiais em algo simplesmente porque foi falado e comentado por muitos. Não creiais em algo simplesmente porque está escrito em livros sagrados; não creiais no que imaginais, pensando que um Deus vos inspirou. Não creiais em algo meramente baseado na autoridade de seus mestres e anciãos. Mas após contemplação e reflexão, quando vós percebeis que algo é conforme ao que é razoável e leva ao que é bom e benéfico tanto para vós quanto para os outros, então o aceiteis e façais disto a base de sua vida."

Gautama Buddha - Kalama Sutra

in http://www.bushido-online.com.br/contos.htm

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Toda a verdade sobre a bandeira da U.E

Descobri hoje que não só desconhecia totalmente o significado da bandeira da União Europeia, como tinha ideias erradas sobre sua simbologia.
O conhecimento só atinge seu objectivo quando é divulgado. Por isso aqui ponho a verdade sobre a simbologia da bandeira da U.E.

Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.

O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.

História da bandeira

A história da bandeira começa em 1955. Nessa altura, a União Europeia existia apenas sob a forma da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, com seis Estados-Membros. No entanto, alguns anos antes tinha sido criado um outro organismo - o Conselho da Europa Deutsch English Français - que reunia um número superior de membros e cuja função consistia em defender os direitos do Homem e promover a cultura europeia.

O Conselho da Europa procurava um símbolo que o representasse. Após alguma discussão, foi adoptado o presente emblema - um círculo de doze estrelas douradas sobre fundo azul. Nalgumas culturas, o doze é um número simbólico que representa a plenitude, sendo também, evidentemente, o número dos meses do ano e o número de horas representadas num quadrante de relógio. O círculo constitui, entre outras coisas, um símbolo de unidade.

O Conselho da Europa convidou seguidamente as outras instituições europeias a adoptarem a mesma bandeira e, em 1983, o Parlamento Europeu seguiu o seu exemplo. Por último, em 1985, os Chefes de Estado e de Governo da UE adoptaram esta bandeira como emblema da União Europeia - que nessa altura era designada por Comunidades Europeias.

Desde o início de 1986, todas as instituições europeias adoptaram esta bandeira.
A bandeira da Europa é o único emblema da Comissão Europeia - o órgão executivo da UE. Outras instituições e organismos da UE usam um emblema próprio, para além da bandeira da Europa.

in http://europa.eu/abc/symbols/emblem/index_pt.htm

domingo, dezembro 17, 2006

Uma coisa tão simples I


Todos desejam uma única e singela coisa. Até chega-se ao cúmulo de podemos ter tudo, satisfazer todos os outros desejos, caprichos e fantasias, contudo não conseguimos ser felizes pois falta essa singela particularidade.

Inúmeras histórias foram escritas, poemas declamados, estátuas esculpidas, telas pintadas, tudo no intuito de tentar captar a sua essência.

Provas existem que do melhor e o pior foi feito em seu nome.

Como algo tão simples de concretizar se torna tão complexo e distante.

Será por temos noções um pouco erradas em relação ao Amor? Pode até não partir daí, de uma noção errada, embora possamos entender a sua noção no mundo das ideias, onde é perfeito, e baralhar por completo sua forma, seu intuído, seu objectivo no dia a dia, onde ele é mais importante.

Não sou contra de concentrar as nossas energias no Amor como forma abstracta, o problema não é o colocar o Amor nas nuvens, num Estádio perfeito, mas sim o de menosprezar o seu acesso.

È preciso criar escadas para lá chegar, essas serão construídas degrau a degrau, não individualmente mas em conjunto.

O amor é o espelho da nossa alma (interior) se pensamos que o nosso interior é finito então o nosso amor também o será. Se por ventura acreditarmos que o nosso interior não tem barreiras, então o nosso amor também não terá!

Uma coisa tão simples II

O amor é uma riqueza intrínseca nossa, por isso se for guardado como dinheiro debaixo de um colchão com medo de o perder, o mais certo é de tal acontecer, mas se por ventura for investido, transaccionado, será aumentado, as vezes até podemos perder algum, mas na verdade é sempre possível recuperá-lo, enquanto no colchão a situação é bem pior, pois nunca aumentará e se houver alguma acção só será a sua diminuição.

Por isso vamos não desvalorizar o nosso amor, vamos todos aprender amar como um bebé aprende a andar, com pequenos passos para depois podemos saltar, correr rebolar com convicção e alegria

Um sorriso, um piscar de olho, um acenar, uma carícia, um beijo de bons dias a nós próprios antes de sairmos para a rua. A seguir fazer um gesto livre de segundas intenções a quem que seja.

Nunca se esqueçam, se todos o fizeram, todos receberam.

Eu acredito de tal maneira nesta posição que a pratico, nunca me importo de fazer o primeiro degrau. Não pensem que tal é ser parvo ou inocente, Antes pelo contrario, é ser forte, pois o que sofre ou morre pelas suas convicções é mais feliz do que aquele que vive no vazio.

A noite quando me deito, sou feliz porque nesse dia sei que ajudei alguém num gesto que parece tão insignificante que ninguém se dá ao trabalho de o faz, mas se torna muito significativo quando feito.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Conselhos para este Natal! ;)


Depois do estrondoso impacto no recém best-seller "EU, Carolina", as grandes editoras do mercado português entram na corrida com uns tantos outros controversos livros.

Eu, Infante (testemunho do dia-a-dia na sua relação com José)

“Senti um arrepio na espinha quando afirmou em publico que ia alargar a minha Via (…) para todos.”

Eu, Saco Azul (testemunho da relação sórdida mantida com Fátima)

“(…)fartou-se de meter a mão em mim, ficava sempre todo amachucado quando ela terminava de me usar, mas amava-me muito”

Eu, a…pito (testemunhos de vários árbitros com MIMI APITA AQUI, do Batatoone)

“Aquelas viagens na companhia dela, eram de ir á Lua, mas as consequências eram como olhar para o Sol, pois ficávamos sempre 90 minutos cegos e as vezes com azia também (…) Ái, que saudades daquele a…pito (…) adorava assopra-lo com força”

Nós, Mulheres (testemunhos das relações de todas as mulheres portuguesas com Pedro)

“Quando o vi a dançar no Lux, acendi logo um cigarro para disfarçar o cheiro a bedum do seu cabelo”

Nós, Marinha (depoimentos das relações da Marinha Portuguesa com Paulo)

"Todos nós adorávamos o Paulinho, (..) quando estamos em alto mar em treinos, lá vinha ele de Puma, poisava no convés e gritava para nós - Bom dia, Delicias do Mar - era tão divertido"

quarta-feira, dezembro 13, 2006


" O poder da mente é infinito, enquanto a força física é limitado"

Koichi Tohei

sábado, dezembro 09, 2006

Conselhos aos principiantes


"Para exercer a meditação sentada, retirai-vos para um lugar tranquilo e concentrei-vos no exame do corpo-espírito, contemplai primeiro os cinco agregados (sklanda -a corporeidade, a sensação, a percepção, as projecções psíquicas, a consciência) e os sentidos: a vista, o ouvido, o cheiro, o paladar, o tacto e a mente (manas), mais as três imperfeições: a cobiça, a ignorância e o ódio, enfim o bem e o mal, os amigos e os inimigos. os santos e os pecadores. Examinai por isso todos os fenómenos. Desde a origem, tudo é vazio e tranquilo. Nunca nada é produzido, nunca nada é destruído. Tudo é um, sem dualidade. Desde a origem, nada existe, tudo é ser, tudo é puro e livre.
De dia e de noite, quer caminheis quer vos mantenhais imóveis, quer estejais sentados ou deitados, jamais abandonais esta contemplação e chegareis a compreender que não sois diferentes do reflexo da lua na água, da imagem no espelho, da vibração do ar em tempo de canícula, do eco no vale. (...)
Se verificardes que o vosso espírito está distraído, examinai de onde vem essa distracção. Afinal, ela não tem origem. Ela não provém de nenhuma das dez direcções do espaço e não vai para parte alguma. E o mesmo se aplica ás nossas fixações a tal ou tal situação, às nossas ilusões, aos nossos erros, às nossas especulações, às nossas ideias que vão e vêm.
Não percais isso de vista. Então, o vosso espírito apaziguar-se-á e não sereis mais vítima destes artifícios grosseiros. Quando o espírito se acalmar, os pensamentos não encontrarão mais onde se agarrar e , consoante o vossos karma, pouco a pouco, as vossas paixões dissipar-se-ão por si só.
Não voltando a criar karma, atingireis o que se chama de entrega."

In "OS Mestres Zen", Jacques Brosse

domingo, dezembro 03, 2006

Se ao chão cair

Se ao chão cair,
do chão não passo.

Se no chão ficar,
ao Céu vai um passo.

quinta-feira, novembro 30, 2006

O Samurai Idoso


Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que adorava ensinar sua filosofia aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ele ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. E, conhecendo a reputação do velho samurai, estava ali para derrotá-lo, com o intuído de aumentar a sua fama de campeão.
Todos os estudantes manifestaram-se contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para o centro da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Pontapeou algumas pedras na sua direcção, cuspiu no rosto, gritou todos os insultos conhecidos - ofendeu inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo- se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou- se.
Desapontados pelo fato do mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: Como o Mestre pode suportar tanta indignidade ?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega até ti com um presente, e tu não o aceitas, a quem pertence o presente? - Perguntou o velho samurai.
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carrega consigo.

terça-feira, novembro 28, 2006

Estou bem porque estou comigo

Concordo com o Takeo!
Noel Ama quem tu és , só depois de estares bem contigo poderás estar bem com que te rodeia!
Este conselho é para ti como para todos vós...
Aonde eu estou, estou bem porque estou comigo, tudo o resto vem por acréscimo.
Aceito como fossem prendas, com um sorriso nos lábios, curiosidade nas mãos!

Só quero estar aonde quero estar!

Só quero estar aonde quero estar!

Só quero fazer o que estou a fazer!

Isso é Zen , é ser o Mundo, não sendo!

Só quero estar aonde não estou...

Só quero estar aonde não estou!
Só quero fazer o que não estou fazendo!

Matrix Ping Pong

A imaginação é o limite da arte e do divertimento!
Imagina sem barreiras e serás ilimitado....

http://www.youtube.com/watch?v=PgM11RtGjeI

segunda-feira, novembro 27, 2006

Durmo nas brumas...


Durmo nas brumas
do meu espirito!
Vivo entre as dunas
do meu coração!

Luto contra a realidade dura
para o meu sonho se tornar
em essência pura!

A guerra contra a dura realidade
jamais a vencerei!
Mas partirei orgulhoso pelas inumerosas Batalhas que ganhei!

As minhas armas são a verdade e a razão,
utilizarei como escudo e espada para minha protecção!


Vivo com o sonho,
sonho com o que vivo
Qual deles o Mundo certo?
Ambos estão profundamente perto!

Não me interessa o errado e o certo!
Simplesmente me interessa absorver as experiências de ambos,
pois só assim saberei crescer
para o meu espirito adulto ser!

Não me interessa o que poderei ter,
mas sim o que poderei saber!

quarta-feira, novembro 22, 2006

O Viajante e o Turista - part. I


Quando a questão “O que mais desejamos na Vida?” é colocada, normalmente a resposta é rápida e simples. – Ser Feliz!

A onde queremos chegar é tão conhecido como a nossa palma da mão, o difícil é encontrar o caminho. Na verdade o problema é outro, pois a via até podemos conhecer bem, contudo temos sempre a noção de não saber lá entrar, e por ventura se já lá estamos, iludimo-nos pensando que estamos noutro espaço qualquer, menos no caminho certo.

Acontece tanto esse erro a todos nós.
Quem nunca mudou de fila?
Ao concluir que a do lado é mais rápida! Todavia assim que mudamos somos invadidos por um sentimento de decepção.
Nunca podemos esquecer, pequenos pormenores da vida são actos irreflectidos da nossa maneira de ser e pensar. Uma reacção nasce sempre de uma acção. Um acto irreflectido, o que apelidamos de agir por instinto está enraizado no nosso consciente, provém dessa fonte.