quinta-feira, agosto 23, 2007

Como te entendo...



Como te entendo Homem Feliz da Vida.
Este ano tive o privilégio de conhecer o sitio que te fez mudar de vida.

Quando alguém me dizer que só existe o mundo real, os mundos fantásticos são imaginação de sonhadores.

A minha resposta será mostrar o teu "jardim" e dizer:- A Natureza é sem dúvida o Ser mais Sonhador que conheço...

sábado, maio 26, 2007

Um bom amigo...


Um bom amigo, que nos aponta os erros e as imperfeições e reprova o mal, deve ser respeitado como se nos tivesse revelado o segredo de um oculto tesouro.
(Sakyamuni).

domingo, abril 01, 2007

O que penso sobre ti ...?

O que penso sobre ti só depende de ti!

Se te deres a conhecer, seja bom ou mau, será correcto.

Se não te deres a conhecer, seja bom ou mau, será incorrecto.

domingo, março 11, 2007


"Somos aquilo que sentimos e percebemos. Se estamos zangados, somos a raiva. Se estamos apaixonados, somos o amor. Se contemplamos um pico nevado, somos a montanha. Ao assistir a um programa de televisão de baixa qualidade, somos o programa de televisão. Enquanto sonhamos, somos o sonho. Podemos ser qualquer coisa que quisermos, mesmo sem uma varinha mágica."

Extraído do livro "O sol meu coração" de Thich Nhat Hanh

terça-feira, março 06, 2007

Será que o amor eterno existe?


Se existe ou não, ainda não há certezas, mas é um bom indício este.
A esperança é a ultima a morrer!

P.S.: Não me importava nada ser assim encontrado daqui a uns séculos.

domingo, fevereiro 18, 2007

problemas tecnicos

Devido a actualizações do blogspot, este blog tem sentido algumas dificuldades na interacção entre os bloggers e seus leitores.
Pelo que pedimos as nossas mais humildes desculpas.

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Pega de Esgrima


Ficou-me na memória uma cena de um filme, com idade para ser meu pai, no qual um mestre de esgrima explica ao seu pupilo, um dos segredos da arte, a pega do florete.

Compara a pega do florete a um frágil pássaro, não se pode agarra-lo com força, pois tal o sufocará, nem o seu oposto. A falta de convicção é igualmente nociva, deixa-lo tombar certamente poderá trazer tanto mal como o de sufoca-lo. Portanto o segredo está numa pega convicta com q.b. de força, onde impera a destreza e a vontade de proteger.

Adorei como foi explicado ao pupilo, a imagem utilizada nunca mais esqueci, ficou a marinar e a refogar na minha mente.

Cheguei a conclusão que tal exemplo serviria para outras tantas situações. Como por exemplo uma relação amorosa.

Não, estejam descansados que não considero a mulher uma espada aguçada e mortífera nem o homem o manipulador.

Vejo por outro prisma, até considero mais real do que a famosa versão romântica onde afirma-se que o verdadeiro amor é como um pássaro numa gaiola de portinhola aberta, embora concorde que numa relação onde a gaiola esta permanente fechada, vivemos na dúvida se a ave permanece por convicção ou por resignação, e tal nunca é premissa para uma relação feliz e douradora, contudo a ideia que a gaiola com a porta aberta provará se o grau de amor da ave em questão, só indica que é um ideal romântico e como tal drasticamente condenada a tragedia quando passa do mundo as ideias para o mundo real.

É portanto, mais fidedigna o exemplo do mestre esgrimista, a relação tem de ser cuidada como um jovem passarinho de ninho, não estrangular até sua obliteração, nem relaxar caindo no descuido de deixar fluir entre os dedos, no primeiro momento de instabilidade. Tal dedicação fará desenvolver o frágil pássaro numa vigorosa águia.

Amar e cuidar a alma gémea como se ama e se cuida de um passarinho caído de um ninho é um dos segredos da arte de ser feliz.

sábado, fevereiro 03, 2007

Mais um dia assim para a mesa do canto...


Hoje estou a escrever este post à frente do mar.

Na linha do horizonte vejo um punhado de barcos, uns cargueiros, outros de pesca, o resto não descortino sua função.

O barulho das ondas a elevarem-se e a enrolarem em si mesmas, dá-me uma sensação de conforto, de …, de acalmia. Os raios solares invernosos aquecem-me a cara e tronco, o vento gelado não me permite sobreaquecer, contudo não me deixa esquecer que ainda estamos nos primeiros dias do ano.

Quem me dera ter mais dias assim, calmos e relaxantes.

Hoje dei um doce a minha pessoa, acordei-a com carinho e disse ao ouvido:

-Desmarca tudo, pára o relógio, hoje não existe no calendário. Só existimos nós!

Peguei no carro sem destino, cheguei sem surpresa a um dos meus lugares predilectos,

Sentei-me num mesa ensolarada, pedi um café. Deambulei os olhos pela paisagem, embora conheça desde criança de colo, nunca me cansa, dá-me sempre pequenas surpresas. O restante já sabem, decidir fluir algumas letras pelos meus dedos.

O dia ainda há pouco acordou, e eu vou navegar ao sabor do vento.

Quem me dera ter mais dias assim…

terça-feira, janeiro 30, 2007

Parabéns!!!!


Hoje faço anos! Pensei escrever sobre alguma memória marcante, comecei a matutar, a matutar, contudo nada de bastante significativo saltava, nada que me tivesse mudado a minha maneira de encarar o mundo. Porém, deparei-me com algo engraçado. Aparece sempre as mesmas imagens enubladas dos meus anos, nada de fotográfico, mas ao fechar os olhos, viajando pelas minhas memórias dos meus anos, não sou eu nem sensações que tive que despertam á minha frente, surge algo muito mais precioso, a minha família e amigos.

Quando cheguei a esta conclusão, sorri, como constantemente ignoramos o mais importante, simplesmente por estarem sempre junto de nós, é verdade o ditado “Só damos o verdadeiro valor quando deixamos de o ter!

Sempre deduzi que a reunião fosse para festejar o nascimento de alguém, cada um de nós temos um dia que consideramos nosso.

Amigos e familiares reúnem-se para demonstrar, nesse dia, nós somos o centro das atenções e merecemos tal, porque afinal de contas, aquele dia é nosso.

Na verdade, reunimos para festejar a criação, não só a física mas a criação dos nossos actos, nas nossas atitudes, que contribuíram para o fomento dos nossos laços familiares e de amizade.

Na verdade festejamos o Amor que amamentamos entre familiares e Amizade/Amor que edificamos com os amigos.

Por isso digo, hoje na realidade não é o meu dia, é o dia de quem me ama!

Para todos vós,

Parabéns e muitas felicidades!

domingo, janeiro 28, 2007


"Sempre tive pena de mim porque não tinha sapatos, até que encontrei um homem que não tinha pés"

Anónimo

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Apos horas de pesquisa...


Após horas de pesquisa cheguei á conclusão, este é, até agora, o mês mais frio de 2007!

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Só de passagem


Um viajante, passando pela casa de um Mestre Zen, perguntou admirado:

- Onde estão os teus móveis?

A que o Mestre Zen respondeu, perguntando:

- E os teus?

- Mas eu...retrucou o viajante, estou só de passagem.

- Eu também – respondeu o MESTRE ZEN.

domingo, janeiro 21, 2007

O que espero não ouvir este ano

Todos, mais uma vez, entrámos na febre das novas resoluções.
Do tipo: -Este ano é que é!Vou fazer desporto, vou entrar em dieta, cumprir com os meus compromissos, etc.
Este ano, decidir algo mais simples e real.
O que não quero ouvir este ano, são três simples frases.

3º Lugar - "-Temos de falar..."

Quanto ouvimos estas três palavras, sabemos algo vai mal, e dificilmente se endireitará.

2º Lugar - "-És como um irmão para mim"

Ui! Ouvir tal frase é pior do que ver Sic Dez Horas, Big Show Sic e Fiel e Infiel, consecutivamente durante 10 anos.

Senhores e Senhores, a frase vencedora para este ano é:

"-DE QUEM É ESTE SOUTIEN?"




quarta-feira, janeiro 03, 2007

Há uma historia indiana...


Há uma história indiana de um homem que era um ateu e agnóstico, um raríssimo tipo de postura na Índia. Ele era uma pessoa que desejava livrar-se de todas as formas de ritos religiosos, deixando apenas a essência da directa experiência da Verdade. Ele atraiu discípulos que costumavam reunir-se em seu redor toda semana, quando ele falava a todos sobre seus princípios. Após algum tempo começaram a se juntar antes do mestre aparecer, porque gostavam de estar em grupo, cantar juntos.
Eventualmente foi construída uma casa para as reuniões, com uma sala especial para o mestre agnóstico. Após sua morte, tornou-se uma prática entre seus seguidores fazer uma reverência respeitosa para a agora sala vazia, antes de se entrar no salão. Numa mesa especial a imagem do mestre era mostrada numa moldura de ouro, as pessoas deixavam flores e incenso lá, em respeito ao mestre.
Em poucos anos uma religião tinha crescido em torno daquele homem, que em vida não praticava nada disso, e que, ao contrário, sempre disse aos seus seguidores que ficar preso a estas práticas levava frequentemente a pessoa a se iludir no caminho da Verdade.

"Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento. Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras. Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência. Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes. Não creiais nas tradições simplesmente porque elas têm sido mantidas de geração para geração. Não creiais em algo simplesmente porque foi falado e comentado por muitos. Não creiais em algo simplesmente porque está escrito em livros sagrados; não creiais no que imaginais, pensando que um Deus vos inspirou. Não creiais em algo meramente baseado na autoridade de seus mestres e anciãos. Mas após contemplação e reflexão, quando vós percebeis que algo é conforme ao que é razoável e leva ao que é bom e benéfico tanto para vós quanto para os outros, então o aceiteis e façais disto a base de sua vida."

Gautama Buddha - Kalama Sutra

in http://www.bushido-online.com.br/contos.htm

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Toda a verdade sobre a bandeira da U.E

Descobri hoje que não só desconhecia totalmente o significado da bandeira da União Europeia, como tinha ideias erradas sobre sua simbologia.
O conhecimento só atinge seu objectivo quando é divulgado. Por isso aqui ponho a verdade sobre a simbologia da bandeira da U.E.

Esta é a bandeira da Europa, símbolo não só da União Europeia, mas também da unidade e da identidade da Europa em sentido mais lato. O círculo de estrelas douradas representa a solidariedade e a harmonia entre os povos da Europa.

O número de estrelas não tem nada a ver com o número de Estados-Membros. As estrelas são doze porque tradicionalmente este número constitui um símbolo de perfeição, plenitude e unidade. Assim, a bandeira mantém-se inalterada, independentemente dos alargamentos da UE.

História da bandeira

A história da bandeira começa em 1955. Nessa altura, a União Europeia existia apenas sob a forma da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, com seis Estados-Membros. No entanto, alguns anos antes tinha sido criado um outro organismo - o Conselho da Europa Deutsch English Français - que reunia um número superior de membros e cuja função consistia em defender os direitos do Homem e promover a cultura europeia.

O Conselho da Europa procurava um símbolo que o representasse. Após alguma discussão, foi adoptado o presente emblema - um círculo de doze estrelas douradas sobre fundo azul. Nalgumas culturas, o doze é um número simbólico que representa a plenitude, sendo também, evidentemente, o número dos meses do ano e o número de horas representadas num quadrante de relógio. O círculo constitui, entre outras coisas, um símbolo de unidade.

O Conselho da Europa convidou seguidamente as outras instituições europeias a adoptarem a mesma bandeira e, em 1983, o Parlamento Europeu seguiu o seu exemplo. Por último, em 1985, os Chefes de Estado e de Governo da UE adoptaram esta bandeira como emblema da União Europeia - que nessa altura era designada por Comunidades Europeias.

Desde o início de 1986, todas as instituições europeias adoptaram esta bandeira.
A bandeira da Europa é o único emblema da Comissão Europeia - o órgão executivo da UE. Outras instituições e organismos da UE usam um emblema próprio, para além da bandeira da Europa.

in http://europa.eu/abc/symbols/emblem/index_pt.htm

domingo, dezembro 17, 2006

Uma coisa tão simples I


Todos desejam uma única e singela coisa. Até chega-se ao cúmulo de podemos ter tudo, satisfazer todos os outros desejos, caprichos e fantasias, contudo não conseguimos ser felizes pois falta essa singela particularidade.

Inúmeras histórias foram escritas, poemas declamados, estátuas esculpidas, telas pintadas, tudo no intuito de tentar captar a sua essência.

Provas existem que do melhor e o pior foi feito em seu nome.

Como algo tão simples de concretizar se torna tão complexo e distante.

Será por temos noções um pouco erradas em relação ao Amor? Pode até não partir daí, de uma noção errada, embora possamos entender a sua noção no mundo das ideias, onde é perfeito, e baralhar por completo sua forma, seu intuído, seu objectivo no dia a dia, onde ele é mais importante.

Não sou contra de concentrar as nossas energias no Amor como forma abstracta, o problema não é o colocar o Amor nas nuvens, num Estádio perfeito, mas sim o de menosprezar o seu acesso.

È preciso criar escadas para lá chegar, essas serão construídas degrau a degrau, não individualmente mas em conjunto.

O amor é o espelho da nossa alma (interior) se pensamos que o nosso interior é finito então o nosso amor também o será. Se por ventura acreditarmos que o nosso interior não tem barreiras, então o nosso amor também não terá!

Uma coisa tão simples II

O amor é uma riqueza intrínseca nossa, por isso se for guardado como dinheiro debaixo de um colchão com medo de o perder, o mais certo é de tal acontecer, mas se por ventura for investido, transaccionado, será aumentado, as vezes até podemos perder algum, mas na verdade é sempre possível recuperá-lo, enquanto no colchão a situação é bem pior, pois nunca aumentará e se houver alguma acção só será a sua diminuição.

Por isso vamos não desvalorizar o nosso amor, vamos todos aprender amar como um bebé aprende a andar, com pequenos passos para depois podemos saltar, correr rebolar com convicção e alegria

Um sorriso, um piscar de olho, um acenar, uma carícia, um beijo de bons dias a nós próprios antes de sairmos para a rua. A seguir fazer um gesto livre de segundas intenções a quem que seja.

Nunca se esqueçam, se todos o fizeram, todos receberam.

Eu acredito de tal maneira nesta posição que a pratico, nunca me importo de fazer o primeiro degrau. Não pensem que tal é ser parvo ou inocente, Antes pelo contrario, é ser forte, pois o que sofre ou morre pelas suas convicções é mais feliz do que aquele que vive no vazio.

A noite quando me deito, sou feliz porque nesse dia sei que ajudei alguém num gesto que parece tão insignificante que ninguém se dá ao trabalho de o faz, mas se torna muito significativo quando feito.

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Conselhos para este Natal! ;)


Depois do estrondoso impacto no recém best-seller "EU, Carolina", as grandes editoras do mercado português entram na corrida com uns tantos outros controversos livros.

Eu, Infante (testemunho do dia-a-dia na sua relação com José)

“Senti um arrepio na espinha quando afirmou em publico que ia alargar a minha Via (…) para todos.”

Eu, Saco Azul (testemunho da relação sórdida mantida com Fátima)

“(…)fartou-se de meter a mão em mim, ficava sempre todo amachucado quando ela terminava de me usar, mas amava-me muito”

Eu, a…pito (testemunhos de vários árbitros com MIMI APITA AQUI, do Batatoone)

“Aquelas viagens na companhia dela, eram de ir á Lua, mas as consequências eram como olhar para o Sol, pois ficávamos sempre 90 minutos cegos e as vezes com azia também (…) Ái, que saudades daquele a…pito (…) adorava assopra-lo com força”

Nós, Mulheres (testemunhos das relações de todas as mulheres portuguesas com Pedro)

“Quando o vi a dançar no Lux, acendi logo um cigarro para disfarçar o cheiro a bedum do seu cabelo”

Nós, Marinha (depoimentos das relações da Marinha Portuguesa com Paulo)

"Todos nós adorávamos o Paulinho, (..) quando estamos em alto mar em treinos, lá vinha ele de Puma, poisava no convés e gritava para nós - Bom dia, Delicias do Mar - era tão divertido"

quarta-feira, dezembro 13, 2006


" O poder da mente é infinito, enquanto a força física é limitado"

Koichi Tohei